Stevia

Atualizado: 30 de jul. de 2018



Quanto mais eu estudo sobre a stevia, mais eu gosto dela!

A stevia (esteviosideo) é uma planta tropical, nativa da América do Sul, que possui de 40 a 300 vezes mais poder de adoçar do que o açucar comum, a sacarose ou dos adoçantes sintéticos ácido ciclamato, aspartame ou sacarina. Provém de glicosídeos de esteviol extraída das folhas da planta Stevia Rebaudiana Bertoni, sendo portanto de origem natural.

É um deterpeno da classe dos cauranos que possui três moléculas de glicose ligadas à ela, sendo duas à hidroxila do carbono-13 e uma à carboxila do carbono 19

Usada há centenas de anos, hoje há um amplo estudo sobre suas funções, benefícios e riscos.

Eu a utilizo em todas as receitas doces que crio por entender que seja a fonte mais segura para adoçar e ainda ter benefícios.

Inclusive, pesquisas recentes comprovam que a stevia comparada à frutose (açúcar das frutas) diminui índices de diabetes dentre outros fatores, inclusive danos no sistema nervoso central

Estudo publicado pela J Diabetes Complication em 2012 demonstra propriedades antioxidantes, anti-diabéticas e protetoras renais desta planta e seus polifenóis

“Os resultados mostraram uma redução da glicose no sangue, ALT e AST, e incremento do nível de insulina no pó de estévia folhas inteiras e extraíram os polifenóis alimentados com ratos em comparação com o grupo controle diabético. Sua alimentação também reduziu a concentração de MDA no fígado e melhorou seu status antioxidante através de enzimas antioxidantes. A tolerância à glicose e a sensibilidade à insulina foram melhoradas pela alimentação. A estreptozotocina também foi encontrada para induzir dano renal, como evidenciado pela diminuição da taxa de filtração glomerular; essa mudança foi, no entanto, aliviada nas folhas de stevia e extraída dos grupos alimentados com polifenol.”

Portanto, trata-se de uma forma segura de adoçar suas receitas e ainda se surpreender com muitos benefícios. Além dos citados acima, há comprovação de que o uso da stevia ajuda ainda nas lesões renais, dentre outras pesquisas científicas, nas quais coloco abaixo alguns para facilitar o leitor.

Informação é a chave para a evolução.





Fontes de Pesquisa:

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29258552

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23140911

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28754349

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28666887

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28399012

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28351677

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